Eu nunca falo de mim na primeira pessoa nesse blog, até porque acho que é se expor demais e que há coisas que só precisam acontecer dentro de nós, ninguém mais precisa saber, é só nosso e ninguém pode nos roubar isso.
Mas é que uma coisa não sai da minha cabeça e eu preciso dividir.
Assim como todo mundo, eu tenho inúmeros defeitos e cometo muitos erros, ninguém acerta sempre, as vezes nem tentamos acertar...
Mas isso não faz com que a gente não mereça ser feliz, não nos torna menos dignos para a felicidade. O que temos que fazer é perder o medo da felicidade, ela assusta sim, me assusta várias vezes, mas eu quero me jogar e navegar por ela como se não houvesse nada além de felicidade e amor.
Um dia dessas, vi um folheto que tinha um casal estampado, pra vender roupas intimas, logo, estavam semi-nus, mas aquilo me pareceu tão real. É como se eu sentisse a pele dos dois se encostando, como se eles se amassem de verdade, como se fosse uma vida a dois e não apenas um comercial.
E me bateu uma aflição, um medo, uma vontade de valorizar o que eu tenho. E desde então, tenho sonhado em dormir agarradinho, daquele jeito que eu já dormi tantas vezes mas que talvez eu não tenha realmente valorizado, tenha simplesmente me acostumado e só.
Lembrei de uma frase que diz que só damos valor as coisas depois que as perdemos e eu não quero perder pra valorizar, quero ser feliz e amar a cada minuto, pra não me arrepender de absolutamente nada. A pior coisa é se arrepender de não ter arriscado ser feliz.
Percebi que a vida é realmente curta pra nos acomodarmos, brigarmos sempre, sermos frios. Vamos viver e vamos amar muito.
E é só.
domingo, 31 de outubro de 2010
As várias faces do amor
Amo-te com graça, lisonjeio, ternura, calma, sensualidade, mas também amo-te com fome, fúria.Faço de ti o pão e a penúria.
Quando lhe amo com calma, me perco em teus braços, acho graça das nuvens e do nada, sinto saudades do infinito, do nosso infinito particular.
É esse amor que me molha os lábios enquanto enche o meu peito de força, que me faz seguir andando quando você não está, quando perco o meu rumo, tropeço em meus erros, sofro, choro, mesmo se for de saudades daquela ausencia consentida.
E quando eu te amo com ciúmes, não lhe deixo escapar entre os meus dedos. Eu posso zombar dos carentes porque eu lhe tenho e a ti eu pertenço.
E que morram de inveja aqueles que não te tem, porque você é apenas meu, meu ser, minha vida, meu dia.
Amo-te assim, porque não sei amar simpleste de uma só forma.
Pequena Criança
Quando saiu por aquela porta, sabia que ela não ia mais voltar...
Ela poderia até vir de novo, mas não seria mais a minha pequena, seria outra, talvez mais calejada pela vida, talvez até um pouco mais amarga ou mais sorridente que o normal. Ela pode até não sentir a diferença, mas ela não seria mais a mesma.
Um certo dia, eu estava lendo sozinha na varanda, cidade pacata, não havia ninguém na rua, então eis que surge aquela pequena criança, gritando pela rua o meu nome, exalando felicidade. No primeiro momento não consegui compreender o que ela quis me dizer, na verdade, não sei se não quis compreender ou se realmente não compreendi, porque naquele momento compreender é entender que estar perdendo alguém que você muito ama...
Mas as pessoas passam por isso na vida. É esse o verdadeiro sentido de viver: casar e ter filhos...
Ela é uma pequena criança virando mulher, aprendendo a amar, a se sentir em um lar, a ter um lugar a que chamar de seu, ver seus sonhos se tornarem realidade. Porque toda mulher já desejou e sonhou entrar na igreja de branco e agora é a vez dela.
E naquele dia especial, que ela acordará as 5 da manhã, ansiosa, com medo, chorando de alegria e ao mesmo tempo de saudade, saudade de uma vida que está ficando pra trás, felicidade de uma vida que está começando, uma vida a dois, depois virão mais vidas porque ele deseja encher a casa de crianças...
E eu? Estarei esperando por ela no altar, sendo testemunha do dia mais importante da sua vida, assim como fui testemunha do seu primeiro beijo, do seu primeiro amor, do seu primeiro choro contido...
Porque amigas de verdade, crescem juntas espiritualmente...
Ela poderia até vir de novo, mas não seria mais a minha pequena, seria outra, talvez mais calejada pela vida, talvez até um pouco mais amarga ou mais sorridente que o normal. Ela pode até não sentir a diferença, mas ela não seria mais a mesma.
Um certo dia, eu estava lendo sozinha na varanda, cidade pacata, não havia ninguém na rua, então eis que surge aquela pequena criança, gritando pela rua o meu nome, exalando felicidade. No primeiro momento não consegui compreender o que ela quis me dizer, na verdade, não sei se não quis compreender ou se realmente não compreendi, porque naquele momento compreender é entender que estar perdendo alguém que você muito ama...
Mas as pessoas passam por isso na vida. É esse o verdadeiro sentido de viver: casar e ter filhos...
Ela é uma pequena criança virando mulher, aprendendo a amar, a se sentir em um lar, a ter um lugar a que chamar de seu, ver seus sonhos se tornarem realidade. Porque toda mulher já desejou e sonhou entrar na igreja de branco e agora é a vez dela.
E naquele dia especial, que ela acordará as 5 da manhã, ansiosa, com medo, chorando de alegria e ao mesmo tempo de saudade, saudade de uma vida que está ficando pra trás, felicidade de uma vida que está começando, uma vida a dois, depois virão mais vidas porque ele deseja encher a casa de crianças...
E eu? Estarei esperando por ela no altar, sendo testemunha do dia mais importante da sua vida, assim como fui testemunha do seu primeiro beijo, do seu primeiro amor, do seu primeiro choro contido...
Porque amigas de verdade, crescem juntas espiritualmente...
Você aguentaria conhecer minha verdade? Pois tome. Prove. Sinta. Eu gosto do risco. Dos que arriscam. Tenho admiração nata por quem segue o coração. Eu acredito nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar. Dar a cara a tapa! Ser louca, estranha, linda, chata! Eu sou assim. Tenho um milhão de defeitos. Tenho uma tpm horrivel. Sou viciada em gente. Adoro ficar sozinha. Mas eu vivo para sentir, por isso eu te peço, me provoque, me beije a boca, me desafie, me tire do sério, me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, me faça sentir. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar e ficar com cara de sapo. Este é o meu alimento: palavras para uma alma com fome. Essa é a lógica que inventei pra mim.
Alguns motivos pelos quais os homens gostam tanto de mulheres
1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro, nosso peito.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar
perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e
rabo-de-cavalo.
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
11- O brilho nos olhos quando sorriem.
12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..'
13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'.
15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'.
19- As saudades que sentimos delas.
20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.
(Arnaldo Jabor)
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro, nosso peito.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar
perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e
rabo-de-cavalo.
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
11- O brilho nos olhos quando sorriem.
12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..'
13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'.
15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'.
19- As saudades que sentimos delas.
20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.
(Arnaldo Jabor)
Sem um ultimo adeus.
Um casal de namorados...
Um casal de sonhadores...
Um casal de apaixonados...
Ela tinha aquele sorriso estampado no rosto sempre, ele era um homem sério, mas mesmo assim eles davam certo.
Ela era romântica, risonha, suspirava pelos cantos, ele não sabia falar muito bem sobre os seus sentimentos.
A vida é traiçoeira, lhe joga em um mar de incertezas e dificuldades sem lhe oferecer ao menos uma ponta de esperança para você se agarrar, pra lhe confortar.
Aquele dia belo, ficou cinza de repente, aquelas nuvens negras se aproximaram com tanta ferocidade, lágrimas em meio a tempestade.
Simplesmente perder não bastava, além de perder alguém, você tem que enterra-lo. E isso, ele ainda não estava pronto pra fazer.
Ela se foi, sem que ele dissesse ao menos "adeus", ela deixou uma roupa em cima da cama, em que ela pensava arrumar depois, ele disse que traria pra ela aqueles chocolates que ela tanto gosta.
Mas ela ficou lá, respirando com dificuldades até o momento em que ele chegou, ela só precisava vê-lo mais uma vez, pra sua alma descansar em paz. Ela só precisa olhar naqueles olhos verdes de novo e dizer "eu te amo".
Na cabeça dele, passou um filme, desde o dia que se viram pela primeira vez, ela cercada de amigos, ele sozinho. Um esbarro em uma sorveteria, a blusa dele suja de sorvete de chocolate, o sorvete favorito dele é de morango. Ela se encantou pelos olhos, ele não sentiu nada em um primeiro instante... Mas se derreteu quando disse a ela que fazia balet e ela não riu. Foi a primeira mulher na vida dele, que não zombou por ele fazer balet.
Agora, no quarto sozinho, olhando aquela caixa de bombons e esperando ouvir o grito dele, mandando ele tirar a toalha molhada de cima da cama, quantas vezes ele não resmungou quando ela fez isso? E agora, espera, como se ela fosse mesmo gritar, como se ela fosse entrar pela porta e pedir pra que ele abra o vidro de azeitonas, como se ela fosse passar aquele creme de cereja que deixava todos os lençois com o cheiro bom dela. Só restou o cheiro, ela não. Quando lavar os lençóis o cheiro também se vai...
Quantas vezes ele não se virou e não quis conversar porque estava cansado? Quantas vezes ela não quis um colo quente e ele queria assistir o futebol? Ela era colorado doente, ele um gremista radical, mas os dois davam certo mesmo assim, menos em dia de GreNal.
Quando se é só, não se sofre tanto, quando não se tem alguém perdê-lo simplesmente não dói, mas quando esse alguém lhe é arrancado, sem você ao menos dizer "adeus". Se ele a perdesse e ela fosse embora pela porta, ele não sofreria tanto, quanto sofre agora, que teve de enterra-la.
Mas além de perder, enterrar, o que mais dói nele, é que ele nunca disse a ela "Eu Te Amo Também".
Um casal de sonhadores...
Um casal de apaixonados...
Ela tinha aquele sorriso estampado no rosto sempre, ele era um homem sério, mas mesmo assim eles davam certo.
Ela era romântica, risonha, suspirava pelos cantos, ele não sabia falar muito bem sobre os seus sentimentos.
A vida é traiçoeira, lhe joga em um mar de incertezas e dificuldades sem lhe oferecer ao menos uma ponta de esperança para você se agarrar, pra lhe confortar.
Aquele dia belo, ficou cinza de repente, aquelas nuvens negras se aproximaram com tanta ferocidade, lágrimas em meio a tempestade.
Simplesmente perder não bastava, além de perder alguém, você tem que enterra-lo. E isso, ele ainda não estava pronto pra fazer.
Ela se foi, sem que ele dissesse ao menos "adeus", ela deixou uma roupa em cima da cama, em que ela pensava arrumar depois, ele disse que traria pra ela aqueles chocolates que ela tanto gosta.
Mas ela ficou lá, respirando com dificuldades até o momento em que ele chegou, ela só precisava vê-lo mais uma vez, pra sua alma descansar em paz. Ela só precisa olhar naqueles olhos verdes de novo e dizer "eu te amo".
Na cabeça dele, passou um filme, desde o dia que se viram pela primeira vez, ela cercada de amigos, ele sozinho. Um esbarro em uma sorveteria, a blusa dele suja de sorvete de chocolate, o sorvete favorito dele é de morango. Ela se encantou pelos olhos, ele não sentiu nada em um primeiro instante... Mas se derreteu quando disse a ela que fazia balet e ela não riu. Foi a primeira mulher na vida dele, que não zombou por ele fazer balet.
Agora, no quarto sozinho, olhando aquela caixa de bombons e esperando ouvir o grito dele, mandando ele tirar a toalha molhada de cima da cama, quantas vezes ele não resmungou quando ela fez isso? E agora, espera, como se ela fosse mesmo gritar, como se ela fosse entrar pela porta e pedir pra que ele abra o vidro de azeitonas, como se ela fosse passar aquele creme de cereja que deixava todos os lençois com o cheiro bom dela. Só restou o cheiro, ela não. Quando lavar os lençóis o cheiro também se vai...
Quantas vezes ele não se virou e não quis conversar porque estava cansado? Quantas vezes ela não quis um colo quente e ele queria assistir o futebol? Ela era colorado doente, ele um gremista radical, mas os dois davam certo mesmo assim, menos em dia de GreNal.
Quando se é só, não se sofre tanto, quando não se tem alguém perdê-lo simplesmente não dói, mas quando esse alguém lhe é arrancado, sem você ao menos dizer "adeus". Se ele a perdesse e ela fosse embora pela porta, ele não sofreria tanto, quanto sofre agora, que teve de enterra-la.
Mas além de perder, enterrar, o que mais dói nele, é que ele nunca disse a ela "Eu Te Amo Também".
"How does it feel, to be different from me? ♫
Nervosismo, medo, tudo bem normal em uma primeira vez.
É normal essa espectativa, essa ânsia, essa insegurança.
Mas o que eu tenho sentido, vai além disso, é como se fosse uma fobia.
É como se na hora, eu não fosse conseguir quebrar o gelo, como se ficasse uma barreira que me impedisse de ser quem sou, de sorrir, de levar tudo o que foi proposto a mim, levemente.
Decepcionar as pessoas dói em ambas as partes, saber que você não foi boa o suficiênte, que deixou a desejar.
Chegar na hora H e sair como se tivesse sido melhor que aquilo não acontecesse.
Como se fosse incapaz de ser simplesmente o que você todos os dias. Como se fosse uma obrigação ser mais do que você já é, como se você tivesse que se tornar outra pessoa, pra poder agradar alguém.
Tenho sentido uma pré-rejeição, como se na hora, todos os meus pensamentos negativos se tornassem real...
E fica em mim a perguntar, é só relaxar e deixar acontecer?
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Das Palavras Que Foram Ao Vento
Eu sei, você sabe, esse discurso já está cada vez mais repetitivo e acredito que nós dois concordamos em encerrar de uma vez esse capí...
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Não existe significado para o nome "Tairane" então, eu defini o meu: Tairane é aquela que ama demais e por amar demais acaba sof...




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